Monday, May 10, 2010
Monday, April 26, 2010
DO INFINITO
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Auditório principal
Parque Eduardo VII
Aparece.. !
Tuesday, March 09, 2010
Sunday, February 28, 2010
Perdoa-me
Amor e carinho
E eu que sempre te reneguei (Como pude??)
Tua pureza e veracidade
Perdoa-me por em vida te ter amado pelo fim,
Hoje carrego o peso
Este peso que persiste em mim
Todas as foças que te cavei
Todo o amor que em vida não dei
Que saudades me trás
Trás saudades do tempo
Em que nunca fui capaz,
O que sempre, sempre me deste
Capaz de te pagar
O que tu por mim sempre fizeste
Será por todos aqueles que me deste e não dei
Estúpido meu ser,
Minha alma não perdoarei
Por todos os pecados que pequei,
E só descansarei
Quando voltar a ver no teu olhar
Que ainda me amas…
…como eu nunca te amei!
Friday, February 26, 2010
Já fomos tão felizes

De tudo tenho saudade.
Fomos vida,
Hoje recordo-me de tudo o que me foram
Sempre soubera que chegaria o dia
Sempre soubera que chegaria o dia,
Sempre soubera que chegaria,
Monday, February 08, 2010
Mini capa do livro "O INFINITO"

“É pelas recordações e pelas memórias que eu hoje ainda sorriu“
Capa desenhada por Soraia Almeida (O meu obrigado!)
(http://papershoess.blogspot.com/)
(http://soraiaa.deviantart.com/)
Lançamento do livro (com a minha participação) com data a definir !
Wednesday, July 29, 2009
Rezo por ti

Thursday, June 18, 2009
Memórias do passado

Relembro os momentos
Em que os teus pés no chão tocavam
Em que as tuas doces mãos
Sobre as minhas me acalmavam
Relembro e nada mais faço
Se não olhar para o céu e aguardar
Pela minha partida
Pela hora de te abraçar
Hoje vês que a minha vida
Já não tem o mesmo calor
Desde o momento da tua partida
Desde o momento em que senti dor
Aquele pedaço de terra
Que a ti te revestiu
Tirou-me a vontade de sorrir
E assim o meu sorriso contigo partiu
Friday, June 12, 2009
Responsabilidade

Saturday, June 06, 2009
Desde que partiste

Mais feliz do que aqui.
Tuesday, May 19, 2009
Verdades de mentiras

Sunday, March 15, 2009
Poema "SAUDADE"
Hoje, escrevo para ti que já não estas
Com o teu corpo junto ao meu
Escrevo para ti que ainda me dás
A força que a vida te deu
Escuta agora,
O que em vida não te disse
Talvez por vergonha ou tolice,
Agora digo-te baixinho
Que sei que segues meu caminho
Por isso, olha-me
Veras que não sou mais a mesma
Parte de mim partiu contigo,
Sinto a saudade que nunca antes sentira
Sinto vontade de te ver
Sinto a vontade que tu tinhas,
De um dia me veres crescer.
Hoje, quando por ti ainda choro
Sei que decerto é egoísmo
Por saber que te adoro
E ter caído no abismo
E quando as lembranças vêm
Volto a sentir saudade
E não há nada q apague
A perda de um anjo!
Homenagem.
Poema escrito por: Catarina Mouro
Sunday, March 01, 2009
POIESIS XVII
Apresentação do livro POIESIS - antologia de poesia e prosa poética portuguesa contemporânea, Vol. XVII, 61 autores (com a minha participação) , a realizar no dia 14 (Sábado) de Março de 2009 pelas 16 horas em:
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
Junta de Freguesia de Benfica
Avª Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Aparece.. !
Monday, December 01, 2008
Não me esqueço de ti
Não é pena que eu quero que sintam
Pois não pensem que estou perdida
Sobre o pano negro que me pintam
Talvez melhor lá do que aqui
Assim melhor vejo o teu sorriso
Isto não era se não para mim
Uma breve despedida até ao paraíso
Paraíso ou inferno não me importa
Desde que lá veja o teu ser
Nas horas mais incertas
Nas horas de te ver adormecer
Sentir a tua presença
E o lugar que tinhas para mim
Mesmo não estando por perto
Não me esqueço de ti.
Saturday, July 12, 2008
Partida
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Partiu,
Enquanto me amava
Partiu,
Enquanto em mim ainda pensava
Estar só e somente estar,
Foi o caminho traçado,
Empurrado,
Acorrentado,
Escolhido,
Por si só vivido.
Longe de mim existia a paz,
Longe de mim seria então o paraíso
Nunca voltes a trás,
E segue em frente com um sorriso
Ficou assim os meus males e defeitos
E todos os pecados que não pequei
Sobre o dia que foi o eleito
Amo ainda quem sempre amei.
Desfecho

Quando um amor termina,
Nunca foi amor,
Foi paixão,
Mas amor não.
Quando se atinge a fase terminal,
Dizem-se palavras não sentidas
O mundo fica irreal
Sobre todas as verdades omitidas
Diz-se o que o orgulho deixa dizer
Nada mais para além disso
Nada se pode fazer,
Quanto a isso.
A verdade é eliminada,
Pensando estarmos a agir bem
Sentimos tudo como água passada
Mas isto de verdade nada tem
A dor não deixa de ser dor,
Só porque sou forte ou valente,
Quem um dia o amor amou
A minha verdade por si só sente.
Saturday, June 21, 2008
Monday, June 16, 2008
Um brilho mais profundo

Não foi a fama que me trouxe sucesso
Foi o meu esforço
A minha dedicação
Os meus sonhos
Quebrei o medo da solidão
Enfrentei o palco
Criei um mundo só meu
Este mundo tão meu como teu
Por momentos não temi
Só pensei em brilhar,
Brilhei, venci.
Hoje agradeço-me
Por ser o que sou
Boa ou má,
Seja lá o que for.
PS: Não sei onde estives-te
Mas tu de certo que sabes onde estive.


